4 Aug 2017

Voltando, Recife


Beira Rio. Foto: Cláudio Maranhão

Em um dia eu estava explicando pela enésima vez porque não pretendia voltar para Recife; no outro eu estava telefonando para minha mãe dizendo que havia uma possibilidade, quem sabe, caso eu não melhorasse, de talvez voltar para Recife. A resposta que ouvi do outro lado da linha foi "não espere mais nada, venha simbora" e desde então eu choro um pouquinho e planejo a minha volta. Estava completando um mês de dor por causa da compressão do nervo por uma hérnia de disco, eu morrendo de medo de precisar de uma nova cirurgia e não tenho vergonha nenhuma de dizer que minha volta é totalmente motivada pelo sentimento de "eu quero a minha mãe". Nada ficou mais fácil, entretanto, desde essa primeira conversa. A ausência de planos (e vontade) de voltar para a terrinha era real; deixar para trás o que conquistei nos últimos meses, impensável. Ainda assim comprei as passagens, minha e dos gatos, e estava resolvido. Quer dizer, mais ou menos.

Contratar uma empresa de mudança, vender carro, providenciar vacina de Fuggle e Pilsen, decidir o que vai e o que fica, encontrar apartamento para morar, arrumar a mala, desligar e limpar geladeira, pensar na adaptação dos gatos, guardar isso, separar aquilo. Minha lista de coisas a fazer parece crescer em progressão geométrica enquanto a velocidade com que risco os itens realizados é constante e lenta. Por causa da vacina dos gatos o intervalo entre decidir voltar para Recife e a data da viagem foi de uns 40 dias. Tempo o suficiente para deixar tudo organizado e ter uma mudança tranquila, qualquer pessoa poderia pensar, mas faltando 10 dias para embarcar o tamanho da tal lista me assusta um pouco. Passar a maior parte do dia de repouso na cama por causa da dor não ajuda em nada para alcançar a sensação de realização, mas ajudou em uma coisa: tô abraçando a mudança.

Tenho tido muito tempo para pensar e decidi não olhar para a vida que estou deixando aqui, mas para as possibilidades que se desdobrarão por lá. Eu disse a uma amiga que estava escolhendo ser feliz em Recife. Muito sabiamente ela respondeu "sê feliz agora", mas acho que a gente entendeu o que eu quis dizer. Graças a meus pais encontrei um lugar ótimo para morar, vou praticar a tia-corujice com muito mais frequência e tem um monte de gente para deixar meus dias bem alegres. Vai dar tudo certo, sabe? Ainda que a ansiedade ganhe em algumas noites, a dor fique insuportável em algumas tardes e eu termine de escrever este post aos prantos, sempre é hora de lembrar que vai dar tudo certo. Não é a saudade que está me levando pelos braços, mas eu deixo ela me embalar um pouquinho.
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16 Jul 2017

Becoming Minimalist


"Você não precisa de mais espaço. Você precisa de menos coisas." Crédito: Becoming Minimalist.


Vocês conhecem o site Becoming Minimalist? Faz um tempo que acompanho a página deles no Facebook, acho que por recomendação de Renata, e lembro que a primeira coisa que me fisgou foi uma frase que dizia mais ou menos "se você precisa sempre de mais organização, talvez você precise de menos coisas", a mesma ideia da frase que abre o post. Ou seja, não tem absolutamente nada a ver com o "estilo" minimalista (também conhecido por mim como sem graça), mas sobre como não ser dominado pelas coisas que possuímos.

Quando me mudei para a kitnet, brinquei muito que estava me tornando uma minimalista. O fato é que fui obrigada a me desfazer de muita coisa para caber no novo espaço de dimensões bem menores do que estava acostumada. Entretanto, só após um ano morando no que chamo de meu cantinho, percebi que ainda conseguia acumular montes de coisas que não usava e perder muito tempo organizando meus 33m2.

Eu me apego demais ao valor sentimental das coisas. Valor que eu dou a elas, claro. Como a jarra de cristal com um conjunto de copos que foi da minha avó e eu jamais poderia usá-la, porque, né, vai que quebra. Então trouxe comigo um outro conjunto de jarra mais copos ganhando no casamento, que esse sim eu poderia usar. No fim das contas nunca usei nem um nem outro e daqui posso ver o conjunto de jarra e copos de cristal que em breve ganhará novo lar.

Não é fácil quebrar certos padrões, mas é um exercício que estou disposta a fazer. Comecei pelo que era mais difícil para mim: livros. Eu sou daquelas que sonhava em ter uma biblioteca enorme em casa. Mas já pensou que triste ser um livro que só será lido uma vez na vida? Então eu tenho essa nova regra: não é livro de referência, eu já li e jamais lerei de novo, passo adiante. Livros foram feitos para serem lidos.

Com a mudança que se aproxima (mais sobre isso em breve) terei uma excelente oportunidade para reavaliar novamente tudo que possuo. O que vai, o que fica, o que é usado, o que merece a chance de brilhar em outra casa.

Cansei de perder tanto tempo com coisas. Prefiro me dedicar a mim e a outras pessoas, que em breve beberão alguma coisa nos copos de cristal que foram da minha avó, mas que agora são meus e minhas coisas a gente usa sem muita preocupação.
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4 Jul 2017

A eterna busca por equilíbrio

Na primeira metade do ano oficializei minha transição de área de atuação de forma bem intensa. Em fevereiro comecei a ajudar uma amiga no bar dela (do qual eu já era frequentadora assídua) assim que saía do trabalho. Também em fevereiro aceitei coordenar um projeto social massa, um curso de bartender para jovens de baixa renda de dois meses de duração. Não estava certo que o projeto iria acontecer; não estava certo que a ajuda que dava a minha amiga no bar iria virar emprego. Não preciso dizer que tudo se concretizou mais ou menos na mesma época e por dois meses eu trabalhei 11 a 12 horas por dia, todo dia, sem intervalo comercial, o que foi uma mudança drástica de rotina, comparando com as duas aulinhas diárias que estava dando antes disso. Obviamente, eu sobrevivi.

Não só sobrevivi como foi um grande aprendizado. Aprendi sobre meus limites, sobre o que é mais importante para mim, sobre o que posso abrir mão (e o que não posso), sobre minhas próprias escolhas. Foi ótimo me envolver com educação depois da decisão de largar a sala de aula. Foi uma delícia trabalhar ao lado de uma amiga. Mas nunca mais quero trabalhar 11 horas por dia. Nunca mais quero trabalhar com quem não valoriza o que faço. Nunca mais quero priorizar um salário maior em detrimento de tempo para mim mesma. É fácil me envolver demais com as coisas e esquecer as pequenas necessidades cotidianas. Eu só percebi o quanto minha rotina estava me desgastando quando recebi uma proposta de emprego que iria me permitir organizar melhor minha vida.

(Hectic é a palavra perfeita para descrever meus dias nos meses de março e abril.)

Dois meses nesse ritmo louco. Há dois meses catando os caquinhos de Clarice que foram ficando pelo caminho. Tentando não compensar os dias corridos com uma série de dias preguiçosos. E acima de tudo feliz. Feliz com o emprego novo, com as escolhas, com a vida. É um exercício diário lembrar que não preciso ser perfeita, que perfeição é uma ilusão, aliás. Eu estou sempre fazendo o que posso. Às vezes não é o ideal, mas é o que dou conta. Amanhã eu posso dar conta de um pouco mais.

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Meus amores são uns gatos.


Foi nesse "dar conta um pouco mais" que finalmente decidi adotar dois gatinhos. Antes eu estava esperando aquela vida perfeitamente nos eixos para ter um bichinho, vivia repetindo que mal dava conta de mim mesma, como poderia dar conta de outro ser? Quanta bobagem. Aí quando me apaixonei pelos dois vira-latinhas tão pequetitos que apareceram na minha timeline do Facebook, vi que estava na hora. Agora faz pouco mais de um mês que Pilsen e Fuggle (heh) fazem parte da minha vida e eu nem quero lembrar como era estar em casa antes deles. Aprendi todo um novo conceito de me apaixonar; virei mãe de gato babona, que tira mil fotos da cria, tem que se controlar para não virar monotema e fica toda orgulhosa porque consegue diferenciar bem os bichanos quase igualzinhos; descobri que gatos são muito sensíveis e amorosos; e tenho dado conta muito bem deles, que estão crescendo a olhos vistos. Eles me ajudam a manter uma boa rotina e eu sou mais feliz com eles do meu lado.

Deixo vocês com algumas das milhares de fotos que já tirei dos gatos e a promessa (para mim mesma) de tentar escrever mais.



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7 Jan 2017

Flerte, paciência e um coração partido

Lá nós primeiros meses de 2016 escrevi um pouco sobre minhas primeiras incursões no Tinder (e demais aplicativos de relacionamento) e o quanto os homens me deixavam confusa. Oito meses depois quero compartilhar com vocês que... nada mudou. Quer dizer, eu peguei a manha do flerte nestes tempos atuais, pelo menos do meu jeitinho. Então tem chuva de indireta quando eu quero, sim, e surra de like sempre que possível. Minha terapeuta costuma dizer que nunca viu alguém se dar tão bem com o Tinder e eu respondo que o segredo é não criar expectativas (crie unicórnios mas não crie expectativas), mas o que ela não sabe é que entre uma sessão e outra há tempo bastante de se desencantar, sofrer um pouquinho e arrumar um novo paquera, então muitas vezes ela só pega as partes boas. Minhas amigas morrem de rir e já desistiram de acompanhar: o número de primeiros encontros promissores é razoável, há alguns segundos encontros divertidos e meio que fica por aí. O que me incomoda um pouco é a maneira como fica por aí. As pessoas que até dois dias atrás passavam horas por dia conversando simplesmente se calam; as que não viam a hora de se encontrar de repente estão muito ocupadas; as que pareciam virar amigas têm medo que no fim das contas a outra pessoa se apaixone perdidamente por elas porque, oras, são irresistíveis (vai entender a lógica).

É preciso um exercício diário de paciência para ser solteira na segunda década do século XXI, e talvez parte disso seja por causa do Tinder e seus correlatos. Não que nas minhas baladas adolescentes a coisa fosse muito diferente, mas lá tudo acontecia de forma mais imediata: era a cantada ruim que me fazia revirar os olhos e dizer não; o beijo sem graça que resultava em um número de telefone errado. Com as conversas virtuais cria-se uma ideia de afinidade que parece ser abalada ao primeiro sinal de discordância. Será que a facilidade de conhecer pessoas não nos faz ir atrás de um par perfeito de acordo com uma lista pré-determinada de características? (Spoiler: isso não existe.)

De vez em quando eu lanço uma "Dica do Tinder" no Twitter. Algumas são críticas reais, mas na maioria das vezes é uma grande brincadeira. Se você gosta de usar sunga branca, migo, vai em frente! Eu, que sinto um pouco de repulsa quando vejo sua foto de sunga branca, faço o quê? Swipe left. Mas não, as pessoas insistem em usar o espaço de descrição pessoal para ditar regras, como se elas próprias fossem imunes à desaprovação. E eu preciso contar uma coisa: foto brega segurando a Torre de Pisa não define caráter de ninguém. Prefiro ter uma conversa agradável com o boyzinho que parece não ter muito a ver comigo do que aguentar punhetagem pseudointelectual do cara que até leu os mesmos livros que eu, mas se acha a última coca-cola do deserto (eu ia dizer as pregas do cu de Odete, mas este é um blog de família).

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Eu me diverti horrores com o Tinder em 2016, mas em uma semana 2017 já me rendeu três conversas absolutamente bizarras! Primeiro teve o cara que me chamou para ir ao apartamento dele depois de 2 minutos de conversas e perguntou se eu queria fazer amor com ele. Eu sou um partidão, obviamente, mas menos, tá? Aí veio o gaiato youtuber que achava que só ele poderia fazer piada. Migo, se não aguenta a brincadeira, não desce pro play. Não me pergunte o que eu estava fazendo conversando com um youtuber de quase 40 anos, por favor.

Manda nudes!


Finalmente apareceu o homem com quem eu tive a conversa mais estranha da história deste país. Curiosa por ter sido abordada com a frase "adoro feministas" (alerta vermelho, eu sei), perguntei o motivo dessa paixão. Então ele me disse que acreditava em direitos e deveres iguais, "quando possível". Curiosa novamente fiquei, um padrão começa a se formar, e acabei perguntando quando não era possível. Ele ofereceu um exemplo, teste de admissão no serviço militar, "ou você acha que mulher consegue fazer 10 barras?" Eu sei que esta mulher aqui não consegue nem se pendurar na barra e sei também que há diferenças biológicas óbvias entre homens e mulheres e apontei que era um caso que estava mais relacionado a essas diferenças do que a uma questão de direitos e deveres. Então ele falou do serviço militar obrigatório, do fato de não ser permitido que mulheres se tornem generais e me disse que não estava certo sobre a questão da aposentadoria, iria depender da minha fundamentação. Uma conversa muito louca e cheia de diversão que vai fazer você ficar grudado na telinha. Não, espera. Talvez a minha curiosidade um dia me mate como matou o gato, mas não aguentei e perguntei se ele era militar. Não era mais. Tudo ficou mais claro. Pena que depois disso ele ficou magoado porque eu critiquei todos os exemplos que ele me deu (mentira, na maior parte do tempo eu estava tentando entender o que ele dizia). Fez biquinho, disse que percebeu que não agradou e deu unmatch. Como alguém foi mais rápido que eu nisso? :D

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Eu quase me apaixonei uma duas vezes em 2016. Eu sou uma pessoa apaixonável mesmo, eu curto frio na barriga e umas coisas melosas. Consegui evitar nessas duas vezes, ufa. Aí eu fui pega desprevenida em uma daquelas situações arrebatadoras. As coisas se encaixavam de uma maneira absurda, era tudo tão certo que as pessoas se olhavam de maneira incrédula e radiante. Foi quase bonito, porque havia alguma coisa ali. Havia minha entrega. Eu poderia tê-lo amado. Foi uma das últimas coisas que eu disse quando me despedi (eu sinto necessidade de pontos finais onde há espaço para eles). O lado positivo de tudo ter acontecido tão rápido é que passou rápido. O tempo de uma paixãozinha. O lado negativo de ter acontecido at all é que reabriu uma ferida muito profunda. A coisa mais cruel que já me fizeram nesta vida foi me convencer de que eu sou uma pessoa muito difícil de amar e estar a meu lado é um fardo.
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21 Dec 2016

Eu, sommelier de cervejas

Há quatro meses eu estava com algum dinheiro no banco e sem perspectiva de emprego. Foi quando resolvi investir um pouquinho mais no meu hobby cervejeiro e me inscrevi no curso intensivo de Sommelier de Cervejas do Instituto da Cerveja Brasil (ICB). De lá para cá um monte de coisa aconteceu e até curso de tecnologia cervejeira eu fiz. Acabei chegando em São Paulo bem diferente de como achei que chegaria e isso impactou demais a forma como eu voltei de lá. Mas espera, estou colocando o carro na frente dos bois.

O curso de sommelier do ICB atendeu a minhas expectativas. Achei um curso bem completo, que me deu as ferramentas que preciso para me preparar para atuar como sommelier. Ao mesmo tempo me pergunto como teria me saído sem algum conhecimento prévio. O volume de informações é grande e o tempo para digerir tudo curto. Um curso intensivo, né? A experiência já me mostrou que quase sempre isso significa intenso. Por isso foi tão importante para mim ter encontrado pessoas maravilhosas para compartilhar aquelas duas semanas.


Engraçado é que nos primeiros dias tudo parecia muito tranquilo. Talvez porque nem tudo que eu estava vendo era novo (brigada, Randy Mosher), talvez porque só tive uma leve inflamação na garganta (brigada, São Paulo). Foram aulas sobre processos e escolas cervejeiras, sempre acompanhadas de degustações no final de cada turno, que nos ajudavam a ajustar a melhor maneira de descrever uma cerveja (jargões, todas as áreas têm os seus). Então veio a primeira prova teórica e as aulas de harmonização, atendimento, serviço, jantar harmonizado, carta de cervejas e parece que a ficha caiu "é isso tudo que precisamos fazer para trabalhar como sommelier de cervejas!". As coisas ficaram um pouco mais (in)tensas... mas eu já falei que minha turma era massa? Pois, parece que a gente tirou de letra.

Duas queridas que quero levar pra sempre desses dias.

No último dia do curso fizemos a segunda prova teórica, uma prova prática na qual precisávamos identificar, descrever e apontar quatro estilos de cervejas diferentes e uma apresentação de trabalho que consistia em montar uma carta de cervejas harmonizada para qualquer estabelecimento ou evento que desejássemos. O último dia do curso foi também o dia em que acordei podre de doente, mal conseguia respirar pelo nariz, quanto mais sentir aromas, então não vou comentar muito sobre a prova prática e meu desespero ao pegar a primeira cerveja e "não tô tentindo nada!" O que foi muito bacana e um baita aprendizado foi ver a apresentação de todos os grupos. Claro, perceber que eu era capaz de fazer algo que jamais me imaginei capaz (juntar uma comida com uma bebida, vê que incrível!) também foi incrível. A gente não para de aprender.

Ainda tenho muitas horas de copo pela frente para me tornar a profissional que desejo. Mas é isso, terminei as duas semanas de curso e voltei de São Paulo sabendo que eu quero mesmo trabalhar com cerveja. Isso não significa necessariamente mudar de área. Vejam só, estou cada vez mais convencida de que nasci para ser professora. Cenas do próximo capítulo? ;-)

Sim, visitei alguns bares bem bacanas em Sampa (uma das coisas que mais me encantou foi poder achar Dieu du Ciel! em cada esquina). Seguem as dicas:

Barcearia
Alameda dos Anapurus, 1469 - Moema
Pertinho do curso, único bar que fui mais de uma vez. As opções na garrafa são melhores do que nas torneiras. Preço honesto, food truck na porta.

Câmara Fria
R. Graúna, 137 - Moema
Bar novo, pequeno, mas muito aconchegante. Muitas torneiras da Wals e opções em garrafas. Comida boa e atendimento excelente.

Cervejatorium
R. das Rosas, 797 - Mirandópolis
O local estava passando por uma reforma, mas fomos super bem atendidos. Sommelier presente no local não é pra qualquer um. Apesar de terem algumas opções de petiscos, também havia um food truck na porta.

Cerveja Artesanal São Paulo
Rua Paracuê, 141 - Sumaré
A dona deste bar estava fazendo o curso também é na sexta-feira juntou muita gente lá. Todo mundo que trabalha no bar entende um bocado de cerveja e achei os preços bem razoáveis. Pra comer, adivinha? Food truck!

Ambar
R. Cunha Gago, 129 - Pinheiros
É o único do bairro dá modinha que vou colocar por aqui porque foi o único que eu gostei de verdade. O ambiente é agradável e o atendimento excelente. Deram conta de um monte de bêbados final de noite último dia de curso. E a comida é deliciosa também.

P.S.: o resultado final ainda não saiu, mas não já falei que todo mundo arrasou?
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