27 Mar 2016

Parece que um sopro de vida bateu em mim.

Não sei se foram os remédios, que passaram a ser religiosamente ingeridos, ou somente o tempo, aquele que dizem curar tudo. O fato é que o feriado da Semana Santa veio cheio de cores e vontades. Eu havia celebrado a vida nova com amigos e família tentando esconder o aperto no peito. Agora celebro comigo mesma, aqui no meu cantinho, que está ficando com a cara que eu descobri ter. O lamento ainda existe, mas sem peso, e o grande aprendizado é saber que eu dou conta.
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